Realidade das Farsas: O Homem à Lua

05/09/2013 16:49

Olá meus caros, o título se refere à farsas, O Homem à Lua, mas engana-se caso imaginar que, o texto favorece que o homem nunca foi para à Lua, com esta reportagem, mostrarei provas, índices e absurdos que esta teoria contém, para analisar essa história precisamos entender ambas as partes, o porque e como começou a conspiração e verificar todos os fatos, não é uma história curta, tanto porque a conspiração analisa todas as partes da história real, o meu objetivo é que todos os leitores tenham recursos para analisar e tirar suas próprias dúvidas, as provas da conspiração não tem coerência alguma, acho primitivo julgar algo que você não tem conhecimento e seguir teorias de outras pessoas, não é errado seguir uma teoria mas para ter ódio de algo e julgar seguidores desta, um bando de alienados, é uma total ignorância, mesmo este caso bastante polêmico tem uma origem e o porque a teoria começou, mas como eu citei, a história é longa, portanto se existe algum interesse leia o artigo com atenção, e sua opinião sobre o assunto irá ser concreta e precisa.

 

Iniciamos com a história real:

 

Em 16 julho de 1969, deixava a Terra a nave da missão que transformou em realidade um dos sonhos mais antigos da humanidade: a chegada do homem à Lua. Há exatos 44 anos, a Apollo 11 foi lançada do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, na ponta do foguete Saturno V. Quatro dias depois, o Módulo Lunar pousou próximo ao Mar da Tranquilidade, na superfície do satélite da Terra. O feito, realizado pelo astronauta americano Neil Armstrong seguido do seu colega de missão Buzz Aldrin, no dia 20 de julho daquele ano, ficou marcado na história.

 

O lançamento da Apollo 11 deu início à missão que levou o primeiro homem a pisar na Lua Foto: Getty ImagesO lançamento da Apollo 11 deu início à missão que levou o primeiro homem a pisar na Lua Foto: Getty Images

A tripulação

   Estados Unidos - Neil Armstrong - Comandante    

   Estados Unidos - Dr. Edwin Aldrin - Piloto do módulo lunar    

   Estados Unidos - Michael Collins - Piloto do módulo de comando

Ficheiro:Apollo 11 launch.jpg

A espaçonave Apollo tinha três partes: o módulo de comando, a única parte que voltou à Terra; o módulo de serviço, que continha propulsor, sistema elétrico, oxigênio e água; e o módulo lunar, utilizado para pousar na Lua. Apesar de ser tripulada por três astronautas, a missão foi dividida de forma que Michael Collins permanecesse no módulo de comando, na órbita lunar, enquanto Buzz Aldrin e Neil Armstrong pousassem na Lua com o Módulo Lunar.

 

A Apollo 11, projetada pela agência espacial americana (Nasa) foi uma das sete missões - de um total de 17 do Programa Apollo - que conseguiu levar o homem à Lua. Após a Apollo 11, o programa fez outros cinco bem sucedidos desembarques na Lua entre 1969 e 1972. Ao total, 12 homens pisaram na superfície lunar, todos americanos.

 

Agora iniciando a história

 

Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, os tripulantes da nave Columbia e integrantes da missão Apollo 11, tiveram um lançamento perfeito da Terra, uma jornada longa e calma para a Lua e uma rotineira ignição dos motores para colocá-los em órbita lunar. O seu destino era um local chamado Mar da Tranquilidade, uma grande área plana, formada de lava basáltica solidificada, na linha equatorial da face brilhante do satélite.Após a separação dos módulos da Apollo, enquanto Michael Collins ficava no Módulo de Comando Columbia numa órbita cem quilómetros acima do satélite, Armstrong e Aldrin começaram a sua descida ao Mar da Tranquilidade a bordo do Módulo Lunar Eagle. Não havia assentos no ML. Armstrong e Aldrin voavam em pé, firmes nos lugares por cordas elásticas presas no chão. Durante o mergulho, eles olharam pelas janelas e cronometraram a passagem dos marcos das paisagens abaixo deles, através de uma escala marcada na janela de Armstrong, para confirmar o rastreamento de dados que o controle da missão no Centro Espacial de Houston estava a receber. Com a ajuda de Houston, também verificaram o estado do Módulo. Se, como dizia Eugene Cernan - um ex-piloto da marinha americana que se tornou astronauta e comandou a última das missões a pousar na Lua, a Apollo 17 - pousar o Módulo Lunar era mais fácil que pousar um jato num porta-aviões durante a noite, uma das muitas vantagens era o fato de o Eagle estar equipado com o que era, na época, um sofisticado computador de bordo, que fez a maior parte do trabalho de rotina do voo de descida da nave. Exceto nos momentos finais da aproximação do solo, voar na trajetória correta era apenas uma questão de analisar os dados de navegação dos sistemas de radar e de inércia e então ir delicadamente ajustando o impulso e a ação dos motores do Módulo Lunar. Era uma tarefa de trabalho intensivo e bem ajustado ao controle do computador.Várias vezes durante a descida, porém, o computador soou alarmes. A trajetória da nave parecia boa, mas a mensagem de alerta “1202” trouxe alguns segundos tensos à tripulação até que o Houston avisasse que, ao que parecia, partes da memória do computador estavam a ser sobrecarregadas com estranhos dados do radar de aproximação. Felizmente, não só o computador tinha sido programado de modo que continuasse a conduzir tarefas de alta prioridade, como também a pessoa que melhor o computador conhecia — o homem que o criou, o engenheiro de sistemas Steve Bales — precisou de apenas alguns segundos para diagnosticar o problema e recomendar que o pouso continuasse. Mais tarde, Bales ficaria de pé ao lado da tripulação numa cerimônia na Casa Branca e foi condecorado pela sua especial contribuição para o sucesso da missão.Os alarmes contínuos e as quebras nas comunicações entre o Eagle e Houston eram irritantes, mas em todos os outros aspectos o computador do ML e o sistema de navegação tiveram um desempenho brilhante. Oito minutos e trinta segundos após a ignição do motor de descida, o computador colocou o Módulo quase ereto e Armstrong teve sua primeira visão em close-up do lugar para onde estava sendo levado pelo computador. Ele estava a cerca de 1 600 m acima e 6 000 m a leste da área de pouso. Como planejado, tinha combustível para mais 5 minutos de voo. Cada astronauta tinha uma janela pequena, triangular e de vidraça dupla à sua frente.

Em princípio, se Armstrong não gostasse do ponto escolhido pelo computador, poderia movimentar o “joy-stick” manual de controle para frente, para trás ou para qualquer lado, além de orientar o computador para mover um pouco o alvo na direção indicada. De acordo com o plano, Aldrin dava a Armstrong o ângulo de descida de poucos em poucos segundos, porém a arte de direção computadorizada no tempo da Apollo 11 não era tão refinada como seria nas próximas missões e o computador estava a colocar o Eagle dentro de um campo de rochas, a nordeste de uma cratera do tamanho de um campo de futebol. Não havia problema para Armstrong em pousar num campo de rochas. Não era essencial que o ML pousasse perfeitamente ereto. Uma inclinação de mais de quinze graus não causaria nenhum problema em particular para o lançamento de volta à órbita após a missão. No entanto, se ele batesse com o sino do motor ou uma das patas do trem de aterragem numa rocha grande, haveria uma hipótese real do Módulo Lunar sofrer um dano estrutural. Decidiu então seguir a velha máxima dos pilotos: “Em caso de dúvida, aterre longe”. Para o fazer, teria que sobrevoar a cratera e pousar a oeste. E não havia maneira – nem tempo – de dar ao computador uma atualização de informações suficiente via controle manual. Então, a uma altitude de cerca de 150 m do solo, Neil Armstrong assumiu completamente o controle manual da nave para a descida final, apontou o ML para frente, começou a voar como um helicóptero e levou o Eagle para 400 m a oeste, sobre crateras e rochas. Enquanto Armstrong conduzia o Módulo Lunar à procura de um bom ponto de aterragem, a sua atenção estava totalmente focada no trabalho que tinha em mãos. Aldrin foi quem virtualmente falou o tempo todo e também estava bastante ocupado. Lia os dados do computador para Armstrong dando-lhe a altitude, a taxa de descida e a velocidade frontal. No Houston, o Diretor do Voo Gene Kranz e outros membros da equipe de apoio na Sala de Controle da missão, estavam a vigiar a telemetria do ML. Não sabiam ainda sobre a cratera e o campo de rochas, mas era óbvio que a alunagem estava a demorar mais tempo que o planejado. Além disso, a cada segundo que passava, havia uma crescente inquietação quanto ao combustível que restava. Por causa das incertezas em ambos os calibradores nos tanques e nas estimativas que podiam ser feitas por dados de telemetria no motor funcionando, a quantidade de tempo restante até que o combustível acabasse era de cerca de 20 s. Se chegassem a um nível muito baixo, Kranz teria que ordenar que a aterragem fosse abortada.

 

Um drama era a última coisa que alguém queria para o primeiro pouso na Lua. O evento em si já era monumental e excitante o bastante. Finalmente, Neil Armstrong achou um local que gostava, começou a diminuir sua velocidade frontal e deixou o Módulo Lunar descer suavemente para a superfície. Quando baixaram para 25 m, Houston avisou que eles tinham 60 s de combustível restante e na cabine 'Buzz' Aldrin viu uma luz de aviso que dizia a mesma coisa. Mas agora estavam muito próximos e era apenas uma questão de pousarem suavemente. Armstrong tinha diminuido quase toda a velocidade frontal do Eagle e quando começaram a levantar poeira com o exaustor do motor, pediu a Aldrin para confirmar se ainda se estavam a mover um pouco para frente. Queria pousar numa superfície que pudesse ver à frente, em vez do solo que não podia ver atrás. Aldrin deu a confirmação que ele queria e oito segundos depois viram a luz de contato. As sondas de dez pés de comprimento que pendiam do trem de pouso tinham tocado a Lua. Um segundo ou dois depois, estavam pousados e desligaram o motor. Só tinham mais 20 s de combustível, mas estavam pousados. Então Armstrong disse no rádio a frase imortal: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed”. (“Houston, aqui Base da Tranquilidade. A Águia pousou”). A mais de 300 mil quilômetros dali, o mundo, que acompanhava ao vivo as comunicações de rádio entre o Controle de Voo no Centro Espacial Johnson em Houston e a Apolo 11, entrava em comoção e aplaudia e gritava freneticamente.

 

 

Nosso Satélite, A Lua.

 

 

Em todas as direções que se olhasse, a terra era como o solo plano de uma planície. O horizonte circular era quebrado aqui e ali por suaves bordas de distantes crateras. A meia distância, Armstrong e Aldrin podiam ver pedras arredondadas e cumes, alguns deles com talvez 7 ou 60 m de altura. Bem próximo, uma mistura de crateras deformava a superfície e havia pequenas rochas e seixos espalhados por toda parte. Era um local plano e nivelado, mas pequenas variações davam às redondezas uma delicada beleza própria. E é claro, por ser este o pouso pioneiro na Lua, tudo era de enorme interesse. Entretanto, antes que Armstrong e Aldrin pudessem prestar muita atenção à vista ou pensar em sair da nave, tinham de se certificar de que tinham uma nave funcional e que o computador de navegação estava carregado correctamente com as informações necessárias para levá-los de volta à órbita para o encontro com Collins. Finalmente, duas horas após o pouso, eles e os engenheiros da NASA ficaram convencidos de que o Eagle estava pronto para voltar para casa quando fosse o momento.

 

 

De acordo com o plano de voo, Armstrong e Aldrin tinham instruções para terem um descanso de cinco horas antes de sair da nave. Porém, a excitação normal do momento histórico, fez com que solicitassem ao Houston permissão para se preparem para a saída, uma AEV - período de actividade extraveicular, no jargão da NASA. Normalmente a preparação para uma AEV supostamente demorava cerca de duas horas, mas como essa seria a mais curta de todas as AEV das missões Apollo, ninguém – excepto talvez a audiência mundial que esperava impaciente em frente daTV – estava preocupado quando os preparativos duraram três horas e meia. Finalmente, cerca de seis horas e meia após o pouso, abriram a escotilha do Módulo Lunar e Armstrong rastejou em direção a saída; primeiro os pés, depois as mãos e os joelhos. Instantes depois pisou o degrau mais alto da escada, em frente à bancada de trabalho da nave, onde estavam acondicionados os equipamentos científicos a serem usados na missão. A mais importante peça de equipamento era, sem dúvida, a câmara de TV preto e branco. Para os astronautas o pouso tinha sido o grande momento da missão. Mas para o mundo que aguardava ansioso, o grande momento ainda estava por vir.  Neil Armstrong precisou de dar um salto de um metro do último degrau da escada até ao protector das patas do Módulo. Dali estava apenas a dois centímetros de pisar na superfície lunar propriamente dita. Parou no suporte por um momento, testando o chão com a ponta de suas botas, antes de finalmente pisar no solo e dizer a frase épica da Era Espacial:

 

 

O solo era finamente granulado e tinha uma aparência empoeirada. Assim que o pisou, a sua bota afundou talvez um par de polegadas, fazendo uma pegada perfeitamente definida. Por causa do campo gravitacional relativamente fraco da Lua (1/6 da Terra), o peso total de Armstrong – metade astronauta, metade roupa e equipamento de sobrevivência – era de apenas 30 quilos. Movimentar-se não era particularmente cansativo, mas devido ao dramático deslocamento para cima e para trás do seu centro de gravidade, causado pela mochila de sobrevivência às costas, tinha de se inclinar para a frente para manter o equilíbrio e demorou alguns minutos até poder andar confortavelmente. Para o caso de precisar terminar a AEV repentinamente, Armstrong usou uma ferramenta de cabo comprido para juntar um pedacinho de rocha e terra dentro de um saco de Teflon. Suspendeu o saco, dobrou e guardou num bolso das calças do macacão o primeiro pedaço de solo extra-terrestre da história.  'Buzz' Aldrin juntou-se a Armstrong na superfície quinze minutos depois e durante as próximas duas horas e quarenta minutos, os astronautas examinaram o Módulo Lunar, montaram e colocaram em funcionamento a câmara de TV, hastearam e prestaram continência à bandeira americana – os dois eram oficiais da Força Aérea - instalaram instrumentos científicos, deram saltos como cangurus experimentando a baixa gravidade lunar, tiraram cerca de 100 fotografias, recolheram mais amostras no solo e falaram ao vivo com o Presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, acompanhados pelos olhos e ouvidos de milhões de pessoas em todo o planeta, que assistiam a tudo pela televisão.

 

Foi colocada uma bandeira norte-americana, como prova da sua chegada à Lua. Os remates, as bainhas e a costura para a haste da bandeira foram cosidos por uma portuguesa de nome Maria Isilda Ribeiro.5 A bandeira era feita de nylon, para resistir ao ambiente lunar.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Apollo_11

 

Um resumo incrível e emocionante, parabéns Wikipédia.

 

A Nave

Uma imagem ilustrativa que esquematiza superficialmente a nave.SM é o módulo de serviço, ou operação (Service Module); CM é o módulo de comando (Command Module), chamado Columbia; e LM é o modulo lunar (Lunar Module), chamado de Eagle.

Para quem não tem conhecimento, a nave é separada de outros foguetes de lançamentos ao chegar no limite da atmosfera terrestre, esse foi o foguete que chegou à Lua e retornou para nosso planeta.

Ficheiro:Apollo-CSM-LM.png

 

 

 

Modo Lunar - Eagle -

Ficheiro:5927 NASA.jpg

 

Motores da Apollo 11 são resgatados do mar após 44 anos:

 

 

Um dos motores submersos aparece nesta imagem tirada na costa da Flórida, nos Estados Unidos

Ainda não se sabe quando ou onde serão expostos os objetos, mas o objetivo é colocá-los no Museu Nacional do Ar e do Espaço Smithsonian de Washington

 

 

Fonte:noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/apollo-11-nave-que-levou-o-homem-a-lua-foi-lancada-ha-44-anos,1dac7d6c117ef310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

 

 

Agora a História da farsa

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Você acredita que o homem foi à Lua?


Como é possível construir um império baseado em mentiras.

Começarei e terminarei este texto com a mesma pergunta acima. Após ter acesso aos diversos indícios de fraude que abordaremos aqui, será muito difícil que uma pessoa continue acreditando na versão oficial que relata a viagem do homem à Lua.

Quando vemos alguém dizendo que não acredita que o homem tenha ido à Lua, nossa primeira reação é a de rejeição, de menosprezo a alguém tão alienado que não acredita em coisa alguma que comprove tal proeza científica; não acredita nos relatos históricos, nos vídeos que foram filmados nem nas milhares de fotos comprovando tal acontecimento histórico que acabou mudando os rumos da humanidade.

Mas, após conhecer os diversos indícios de fraude coletados por diversos pesquisadores ao longo de 4 décadas, o sentimento que você poderá ter será o de ter feito papel de palhaço, de ter sido feito de trouxa juntamente com o restante da humanidade, que acredita em tudo que aparece na televisão sem contestar o que está sendo mostrado e o que é dito.

De acordo com a versão oficial, em horário mundial UTC, às 13 horas e 32 minutos de 16 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins partiram na ponta do foguete Saturno V, de Cabo Canaveral na Flórida, Estados Unidos, tripulando a nave Apollo 11 composta pelo Módulo de Comando Columbia e pelo Módulo Lunar Eagle na presença de centenas de milhares de pessoas que, pelas estradas e campos ao redor do Centro Espacial Kennedy, assistiam ao lançamento do foguete.

A Missão Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo da NASA e teria sido a primeira a pousar na Lua. Após quatro dias de expedição, sob o olhar de milhões de telespectadores em todo o mundo, o Módulo Lunar teria tocado a superfície lunar e Neil Armstrong teria sido o primeiro homem a pisar na Lua em 20 de julho de 1969 dizendo a célebre frase "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

 

Armstrong e 'Buzz' Aldrin, que desceu em seguida, teriam caminhado no nosso satélite natural por duas horas antes de retornarem com segurança à Terra em mais quatro dias de viagem cumprindo a promessa do então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, que em 1962, disse que os Estados Unidos mandariam uma missão tripulada com segurança à Lua antes do final da década. Esta estória é muito bonita, repleta de heroísmo e superação. Mas, a verdade pode estar bem longe do que realmente aconteceu nessa missão em julho de 1969.

Para que possamos tirar a nossa própria conclusão sobre este grandioso fato histórico, iremos analisar várias fotos que teriam sido tiradas nas missões Apollo. E antes que alguém diga que estou fraudando as fotos deste site, estou colocando um link em cada foto para a sua original, diretamente no site da NASA, nos Estados Unidos. Portanto, basta clicar sobre cada foto para abrir a foto original da NASA ampliada no vídeo.

 

Você terá a oportunidade de ver uma série de indícios de que tudo que existe sobre a ida do homem à Lua pode não passar de uma grande fraude muito bem arquitetada, porém, repleta de erros, o que poderá levar várias pessoas a se perguntarem em como puderam ter sido tão ingênuas aceitando a versão oficial divulgada em todos os meios de comunicação sem contestar os fatos por tantos e tantos anos.

Vamos começar, então, uma viagem no tempo para que cada um de nós tire sua própria conclusão se a viagem do homem à Lua foi ou não A Fraude do Século, que originou o nome deste site.

 

Evitando qualquer processo judicial que poderia ocorrer contra a minha pessoa, declaro, desde já, que o conteúdo deste site pode não corresponder à realidade e expressa apenas as minhas idéias a respeito do assunto, idéias estas publicadas aqui preservando e colocando em uso o meu direito de liberdade de expressão garantido pelos artigos 5o e 200o da Constituição Brasileira.

Começaremos as análises pela foto da porta de entrada da Missão da Nave Apollo 11 existente no site da NASA. Note que, já no inicio, os indícios de fraude borbulham. Esta é a foto de abertura da página e é a foto na qual encontrei o maior número de direções de sombras até o momento em que estou escrevendo estas linhas. Tem sombras pra todo lado! Para ficar mais fácil de visualizar as direções das sombras, desenhei uma seta vermelha para cada direção de sombra encontrada. Note que existem, no mínimo, 4 direções diferentes de sombras, num local onde a única fonte de luz é o Sol e todas as sombras deveriam ser paralelas. Todas as sombras deveriam estar na mesma direção. E não há desculpas de terem tirado a foto com ausência de luz solar (noite, na Lua) e terem recorrido ao uso de uma iluminação artificial. Pois, repare a incidência de luz solar, de cima para baixo, diretamente no Módulo Lunar Eagle que se encontra ao fundo, no lado esquerdo da foto a seguir.


Clique nesta foto para acessar a foto original no site da NASA.

 

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Allan Barattieri

Foto demonstrando a fonte de luz:

 

Allan Barattieri - Nota: Existe uma pegadinha muita engraçada nesta foto acima, o editor das setas fez uma organização surreal, ele colocou a fonte de luz do lado do poste, mas faça você mesmo uma experiência, coloque a fonte de luz em baixo das sombras, o Sol é cerca de 400 vezes maior que a Lua (em diâmetro), então não podemos imaginar em uma fonte de luz menor que a Lua, que assim todas a sombras iriam ser projetadas da mesma forma, e analisando que, o sol é uma fonte de luz distante da lua, e que a lua é uma esfera "distorcendo à luz", irei públicar outra foto mas mudando a fonte de luz para o lugar correto e tire suas dúvidas!

 

Exemplo de como a luz projeta

 

Claro que a semelhança em tamanho não é igual ao exemplo.

 

Agora iremos entender a escala de tamanho

Agora a distância entre ambos, distância entre a Terra e o Sol: 149.600.000 km, distância entre a Terra e a Lua: 380.000 km!

 

Conclusão: A óptica é díficil de entender, mas com esses exemplos fica fácil imaginar o tamanho da fonte de luz iluminando uma esfera minúscula sem atmosfera, na foto citada a fonte de luz vem de trás e não do lado, analisando cuidadosamente.

 

Votando com a história!

 

 

Acessando o endereço www.hq.nasa.gov/office/pao/History/alsj/a11/a11pan1111231EvM.jpg ou o endereço http://www.hq.nasa.gov/office/pao/History/alsj/a11/a11pan1111231EvMHR.jpg, você conseguirá abrir a mesma foto acima, porém em maiores resoluções. Dependendo do navegador de internet que você estiver utilizando, basta clicar na foto, após sua abertura, para que a foto seja ampliada no vídeo. Caso seu navegador de internet não tenha esse recurso, você poderá clicar com o botão da direita sobre a foto, acessar a opção "Copiar", abrir um editor gráfico qualquer que tenha instalado no seu computador (Paint, por exemplo), acessar o menu "Editar" e a opção "Colar" para conseguir ver a foto ampliada no seu vídeo.

Como endereços na Internet mudam a todo momento, não garanto que você consiga ver todas as fotos originais no site da NASA. Não garanto também que todos os links criados neste site continuem funcionando indefinidamente. Mas, grande parte do arquivo de fotos da NASA referente à Lua está armazenado em endereços semelhantes a www.hq.nasa.gov/office/pao/History/alsj/a11/20130773.jpg. Caso você tenha interesse, acesse esse endereço, que exibe a foto abaixo, e mude os números no final do endereço, que você encontrará milhares de fotos tiradas na época. A segunda foto abaixo, por exemplo, está localizada no endereço www.hq.nasa.gov/office/pao/History/alsj/a11/20130804.jpg.


Foto 20130773 com sombras em direções diferentes.


Foto 20130804 com sombras em direções diferentes.

Acessando o endereço www.hq.nasa.gov/office/pao/History/ap11ann/kippsphotos/apollo.html você terá acesso a vários outros indícios de fraude. É possível comparar contradições referentes à viagem do homem à Lua numa única página existente no site da NASA, como no caso do link citado acima, que aponta para uma página do site da NASA que possui as duas fotos abaixo. Qual será o tamanho real da Terra vista da Lua? Seria o tamanho em que se encontra a Terra na primeira ou na segunda foto abaixo?

 

 

       
Indício de fraude: Aparentemente, trata-se de duas montagens feitas por pessoas diferentes.
A primeira foto mostra o tamanho da Terra mais próximo do real.
A segunda foto mostra o tamanho da Terra vista da Lua menor que o tamanho da Lua vista da Terra.

 

Allan Barattieri - Nota: A descrição da foto é visão terrestre da órbita lunar antes do desembarque

www.hq.nasa.gov/office/pao/History/ap11ann/kippsphotos

www.hq.nasa.gov/office/pao/History/ap11ann/kippsphotos/apollo.html

 

Sendo que a foto à direita,foi tirada quando estavam voltando para a Terra, reparem na Eagle deixada, em voo na nave teria uma percepção de vista diferenciado. E também, todos sabemos que, nosso planeta tem uma órbita elíptica ao Sol, e a Lua ao nosso planeta, reparem no exemplo:

 

 

Conclusão: Desta forma, nem sempre temos a mesma distância da lua, ou do sol, tudo está em movimento, e fotos tiradas em horários diferentes, com certeza não seriam iguais. Lembrando também que a nave estava em voo.

 

Votando com a história!

 

Qual será o tamanho real da Terra vista da Lua? De acordo com a NASA, conforme consta no endereço http://solarsystem.nasa.gov/planets/compchart.cfm?Object1=Moon, o diâmetro da Terra é 3,7 vezes maior que o diâmetro da Lua e a massa da Terra é 81 vezes maior que a massa da Lua.

Ah! Não se esqueça de clicar em cada foto acima, para ampliá-las e notar melhor a gritante diferença no tamanho da Terra. E lembre-se que você estará abrindo cada foto diretamente do site da NASA! Vale salientar também que ambas as fotos foram tiradas durante a primeira suposta missão do homem à Lua.

Se você não se contentou com o tamanho do planeta Terra visto da Lua nas fotos acima, tiradas durante a Missão Apollo 11, veja estas outras fotos abaixo com esses ridículos tamanhos da Terra, tiradas em 1972, na suposta expedição à Lua com a nave Apollo 17. Será que a NASA teria cometido a tolice de enviar os astronautas à Lua exatamente na época em que a Lua estaria mais distante da Terra, gastando mais combustível e criando mais problemas para o sucesso da viagem?

       
Desproporções no tamanho do planeta Terra, visto da Lua.

De acordo com o endereço abaixo, podemos verificar que a distância média da Terra pra Lua é de 384.400 km podendo variar de 363.300 a 405.500 km.
http://solarsystem.nasa.gov/planets/profile.cfm?Object=Moon&Display=Facts&System=Metric
Portanto, mesmo se a viagem tivesse sido feita exatamente no momento em que a Lua estivesse mais distante da Terra, tal diferença não justificaria tanta disparidade no tamanho da Terra nas fotos acima.

 

Allan Barattieri - Nota: Outra farsa de conspirações, repare nos astronautas, além de não ser as mesmas pessoas, com uniformes diferentes, as fotos foram tiradas em diferentes ângulos e horários. O autor da conspiração diz que há uma desproporção da Terra, mas veja que, a distância é a mesma, só muda o foco de luz, ou seja, horários e ângulos diferentes.

 

Galeria da Nasa, Apollo 17: http://www.udel.edu/physics/scen103/ZING/apollo17pictures.html

 

Votando com a história!

 

Veja, abaixo, mais duas fotos que mostram sombras em mais de uma direção. Mais um detalhe: o que são as luzes existentes no canto superior esquerdo destas fotos? A NASA afirma que não se trata de iluminação artificial, tratando-se de um brilho que bate nas lentes da câmera fotográfica sendo refletido no fundo do interior da câmera, causando este "defeito visual" no filme, também encontrado em diversas outras fotos.

       
Edwin Aldrin ao lado de uma experiência do Vento Solar.
As sombras deveriam estar paralelas nas fotos, mas não estão.

 

Allan Barattieri - Nota: Sobre isso, sinceramente, são provas de conspirações fúteis, usando kodak, entre 1969 à 1972, uma tecnologia além de cara, e com poucos recurso, a resolução era limitada semelhante à VGA, ou até pior, imagine você fotografar com um celular (VGA) mais um flash, exposto a energia radiativa solar? As ondas de energia do sol gera as cores, então, ficar exposto à tal energia, em um planeta sem atmosfera, com câmeras primitivas, claro que teria alguns erros de resolução, mas não fica óbvio que o reflexo está emitindo o erro? Um planeta sem atmosfera, não tem os mesmos efeitos correspondentes à luz, semelhante ao Planeta Terra.

Votando com a história!

 

Agora, note, nas fotos acima, como são perfeitas as definições das penumbras na roupa do astronauta Edwin Aldrin sendo que, na Lua, isso não deveria existir devido à ausência de partículas de atmosfera na Lua. As sombras na Lua deveriam ser totalmente pretas e não deveriam existir penumbras na Lua tendo em vista que não há gás algum sobre a superfície lunar, nem mesmo oxigênio. Penumbras como estas, perfeitamente visíveis na roupa de Aldrin, seriam impossíveis de existirem na Lua porque na Lua não há atmosfera. E são os gases existentes na atmosfera os responsáveis pelas penumbras no nosso planeta.

 

Allan Barattieri - Nota: Partículas de atmosfera não existe, uma prévia sobre o que é atmosfera terrestre. A atmosfera terrestre é composta principalmente de nitrogênio, oxigênio e argônio. Os gases restantes são muitas vezes referidos como gases traços , entre os quais estão incluídos os gases do efeito estufa, como vapor de água, o dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e o ozônio. O ar filtrado pode conter vestígios de muitos outros compostos químicos. Muitas substâncias naturais podem estar presente em quantidades ínfimas em uma amostra de ar não purificada, incluindo poeira, pólen e esporos, gotículas de água líquida, cinzas vulcânicas e meteoroides. Vários poluentes industriais também podem estar presentes, tais como o cloro (elementar ou em compostos), compostos de flúor, mercúrio elementar e compostos de enxofre, tais como dióxido de enxofre (SO2, que pode causar a chuva ácida).

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_terrestre

 

E venho informar que o Universo contém quase as mesmas matérias, mas sem o oxigênio não existe atmosfera, e não ocorre alguns fenômenos ópticos, como a cor azulada. Mesmo sem os gases, oxigênio, nitrogênio e etc, a óptica ainda atua, como um fenômeno ondulatório, viajando à 9.460.800.000.000 km em um ano! Está é a luz, o fenômeno mais incrível da natureza.

 

Entenda fenômenos ópticos: http://www.sofisica.com.br/conteudos/indice2.php

 

Entenda o que é Penumbra.

 

Na lua não existe penumbra? O eclipse também é uma mentira?

 

Básica explicação da óptica!

 

Reflexão é o fenômeno que consiste no fato de a luz voltar a se propagar no meio de origem, após incidir sobre um objeto ou superfície.

É possível esquematizar a reflexão de um raio de luz, ao atingir uma superfície polida, da seguinte forma:

 

AB = raio de luz incidente

BC = raio de luz refletido

N = reta normal à superfície no ponto B

T = reta tangente à superfície no ponto B

i = ângulo de incidência, formado entre o raio incidente e a reta normal.

r = ângulo refletido, formado entre o raio refletido e a reta normal.

 

Leis da reflexão

Os fenômenos em que acontecem reflexão, tanto regular quanto difusa e seletiva, obedecem a duas leis fundamentais que são:

 

1ª lei da reflexão

O raio de luz refletido e o raio de luz incidente, assim como a reta normal à superfície, pertencem ao mesmo plano, ou seja, são coplanares.

 

2ª Lei da reflexão

O ângulo de reflexão (r) é sempre igual ao ângulo de incidência (i).

i = r

_

Fonte: http://www.sofisica.com.br/conteudos/Otica/Reflexaodaluz/reflexao.php

 

Votando com a história!

 

Quando digo que não há atmosfera na Lua, não sou apenas eu quem estou dizendo. É também a própria NASA! Segundo ela, não há atmosfera na Lua porque a gravidade lá é muito baixa. A gravidade na Lua é tão pequena que não consegue sequer reter os gases que costumam se formar em volta de um corpo celeste. Para comprovar que a própria NASA diz que não há atmosfera na Lua, basta acessar o endereço http://www-spof.gsfc.nasa.gov/stargaze/Smoon2.htm e ler o conteúdo do subtítulo The Airless Moon (A Lua sem Atmosfera). Assim, você também verá que a gravidade na Lua é seis vezes menor que a gravidade na Terra. E... relembrando... Se não há atmosfera, não há oxigênio, não há penumbra.

Esta, abaixo, é uma foto famosa, com boas penumbras:


Foto com penumbras que não deveriam existir na Lua.

Veja mais uma foto com penumbras extremamente acentuadas:


Buzz Aldrin não seria visível, na Lua, estando no meio de uma sombra.

Abra a foto acima e veja todos os detalhes e a nitidez da imagem. Só tem um problema: Edwin Aldrin está bem no meio da sombra do Módulo Lunar. Ou seja, seria para tudo ali estar completamente escuro, totalmente preto, devido à ausência das partículas de oxigênio e outros gases que não estão presentes no vácuo. Aldrin não deveria estar visível nesta foto.

 

Mais uma foto intrigante é esta abaixo, da bandeira dos Estados Unidos tremulando na Lua, num local onde não há atmosfera. E se não há atmosfera, não há vento! Como ela poderia tremular?


Buzz Aldrin junto à bandeira dos EUA tremulando na Lua, onde não existe vento.

 

Allan Barattieri - Nota:

Curiosidade

Para essa explicação, qualquer um que conheça da física de Newton ou Galileu tem este conhecimento de um evento tão simples. Não existe força de atrito, ou força centrípeta, apenas uma leve gravidade, onde não há atmosfera, tem certeza que isso é um vácuo? E os conhecimentos de inercia? Não são úteis? A lua tem uma atração gravitacional sim, ao contrário de algumas pessoas dizem que a Lua não exerce gravidade, a Lua é responsável por inúmeros fenômenos que acontecem na Terra. E sim, tem força gravitacional, é menor, mas existe.

 

 Força de ação gravitacional. Lua: 1,622 m/s², Terra: 9,78 m/s²

 

Porque a bandeira tremula sem o vento?

Ela não tremula, reparem em uma imagem detalhada, ao contrário do que dizem os conspiracionistas, só é possível ver a bandeira americana balançando ou quando o astronauta tenta fincá-la no solo "que era bem mais duro do que eles imaginavam" rodando sua haste de um lado para o outro como uma barraca de praia, ou imediatamente depois de fazer isto, quando a haste flexível da bandeira ainda tinha algum movimento residual (muito pouco atenuado no vácuo lunar). Nas demais cenas o pano da bandeira parece balançar, mas está apenas artificialmente esticado

http://www.projetoockham.org/figuras/lua/bandeira.jpg

http://www.projetoockham.org/figuras/lua/bandeira.jpg

Assim como eu e você, os engenheiros da NASA também sabiam que um pedaço de tecido não se manteria esticado na ausência de vento, por isso dotaram a bandeira de uma haste articulada horizontal (que pode ser vista claramente na foto acima). Na primeira missão os astronautas não conseguiram armar completamente esta haste e foram obrigados a manter a bandeira semi-esticada como uma persiana. O problema é que gostaram tanto do efeito que o repetiram propositalmente nas outras missões. É irônico que a tentativa de imitar a realidade terrestre tenha criado dúvidas sobre a realidade lunar..

Não acredita ainda? Disponho o site da NASA http://www.jsc.nasa.gov/history/flag/flag.htm

 

 

 

Votando com a história!

 

A bandeira da foto acima não estaria recebendo um vento tão intenso a ponto de ficar esticada da forma mostrada. Note que, na parte superior da bandeira, há uma haste para mantê-la sempre esticada. Mas, como explicar que, mesmo nos filmes gravados na época, são exibidas imagens da bandeira tremulando? Segundo a NASA, devido à pouca gravidade existente na Lua e ao fato dos astronautas terem acabado de tocar na bandeira, ela teria ficado tremulando sozinha ainda por algum tempo.

 

Abra a foto acima e veja também a quantidade de pegadas no solo "lunar". Porém, encontramos outro problema: normalmente, para que se forme a marca de uma pegada, teria que haver umidade no ar. Na Lua não tem ar! Muito menos umidade! Levando-se também em consideração a pouca gravidade da Lua para manter a poeira abaixada, seria praticamente impossível que se formassem pegadas tão bem definidas como estas abaixo, encontradas em milhares de outras fotos tiradas "na Lua". Uma pegada, na Lua, poderia se desmanchar assim que a bota do astronauta levantasse do chão, tal como acontece no fundo do mar, onde há umidade aos extremos.

Quer ver algumas pegadas mais de perto? Clique nas fotos abaixo para vê-las ampliadas.

       
Fotos de pegadas, que dificilmente se formariam na Lua, devido à ausência de umidade.

 

Nota: Se você já caminhou em uma praia, notou que suas pegadas ficavam muito mais nítidas na areia úmida do que na areia seca e fofa. De fato, na Terra as pequenas gotas d'água funcionam como aglutinador para as partículas de areia permitindo que se mantenham coesas. Mas e na Lua? Sem umidade, como se formaram aquelas pegadas tão bem definidas dos astronautas?

Aqui a questão é um pouco mais complicada. O solo lunar é formado em sua maior parte de silicatos, uma categoria de material que forma longas cadeias de moléculas. Quando estas cadeias são rompidas, digamos, pelo impacto de uma bota, suas extremidades ficam livres para se combinar com outros elementos. Na Terra elas rapidamente se combinariam com o oxigênio do ar formando óxidos (processo conhecido por oxidação), mas na Lua, sem uma atmosfera gasosa, as partículas acabam por se recombinar com as outras partículas vizinhas deslocadas pelo impacto, como se fossem - mal comparando - um longo velcro de moléculas que se rearruma.

Votando com a história!

 

É ridículo e absurdo termos acreditado na ida do homem à Lua por tantos anos, por tantas décadas, sem questionarmos os detalhes dos acontecimentos.

Veja mais esta foto, cheia de penumbras, sombras em múltiplas direções, diversas pegadas e preste uma atenção especial na base do módulo lunar. Veja como parece que o módulo foi colocado delicadamente ali. Amplie a foto abaixo e note como são profundas as pegadas do astronauta na superfície lunar enquanto o pé do módulo lunar se mostra perfeito sobre a superfície, sem afundar. Nem parece que esse pé foi um dos responsáveis pela sustentação, durante uma queda, de um módulo de tantas toneladas.


Foto com penumbras, sombras em múltiplas direções, pegadas inconsistentes,
ausência de marcas profundas do pé do Módulo Lunar e
solo aparentemente molhado num local onde não existe água.

 

Não deixe de verificar também, na foto acima, como parece haver uma divisão no solo: a parte inferior da foto, cheia de pegadas, se assemelha muito a solos úmidos, mais fáceis de contraírem marcas de pegadas; enquanto a parte do solo ao fundo possui a aparência seca, praticamente sem pegadas.

Veja, na primeira foto abaixo, como parece que até ajuntaram um montinho de terra antes de colocarem esse pé do módulo lunar onde ele se encontra. Agora, veja bem a segunda foto abaixo. Preste bastante atenção no formato do solo. Verifique que a terra está um pouco solta apenas ao redor do pé do Módulo Lunar parecendo que alguém trouxe esse montinho de terra de outro lugar possivelmente apenas para que este pé do módulo lunar não ficasse suspenso no ar e para que tudo ficasse bem arrumadinho na foto! Nesta Lua da NASA!... Nesta Lua dos Estados Unidos.

   
Indícios do Módulo Lunar não ter pousado na Lua.

 

Preste muita atenção, agora, nos pés do módulo e no chão que está bem embaixo da parte central do Módulo Lunar. Não há sinal algum de que o módulo tenha vindo do espaço, com propulsores potentes que provavelmente teriam feito grandes marcas embaixo do módulo. Do jeito que está na foto, até parece que o módulo foi colocado delicadamente nesse lugar.


Módulo Lunar da Missão Apollo 11. Você crê que isso voa?
Você crê que aí dentro há combustível suficiente para alimentar um propulsor capaz de colocar este módulo em órbita?

Abaixo, mais uma foto do Módulo Lunar, tirada mais de perto, facilitando a nossa visualização da existência ou não de grandes marcas no solo abaixo do propulsor.


Ausência de grandes marcas no solo abaixo do Módulo Lunar.

Em seguida, outra foto do Módulo Lunar, sem indícios visíveis da utilização de um propulsor. Além disso, a foto foi batida contra o Sol. Tente fazer isso aqui na Terra e veja se a foto sairá queimada ou não. Na Lua, a foto se queimaria mais facilmente ainda, tendo em vista que lá não há atmosfera. Na Lua, a luz solar incidiria com maior rigor e queimaria a foto.


Foto batida contra o Sol sem queimar o negativo.
Chão sem indícios de utilização do propulsor na hora do pouso.

 

 

Allan Barattieri - Nota: Quem teve uma Kodak recorda que, para queimar o negativo, você teria que abrir o filme com a luz do Sol, e não tirar foto do Sol

 

Votando com a história!

 

Abra a foto acima e note também que há uma espécie de cartaz muito nítido colado ao Módulo Lunar com os dizeres "UNITED STATES". Batendo uma foto como esta, contra o sol, nunca seria possível conseguir enxergar tais dizeres! Tente fazer isso aqui na Terra e veja como a fotografia sairia queimada. Portanto, tudo indica que a foto acima trata-se de uma montagem muito mal elaborada com a assinatura mor dos "UNITED STATES".

 

E então? Está gostando das paisagens das fotos? É... realmente essas paisagens, tal como as paisagens do Deserto de Nevada, nos Estados Unidos, não é das melhores.

Veja, agora, que interessante! Esta próxima foto não é da Missão Apollo 11. E sim da Apollo 17, que ocorreu três anos depois. Veja que parece que a NASA percebeu o vacilo de ter deixado os pés do Módulo Lunar colocados suavemente sobre o chão e resolveram tentar corrigir a falha, desta vez, afundando o pé do Módulo Lunar para que a foto se aproxime mais da realidade.


Na 6a expedição, o pé do Módulo Lunar aparece como deveria ser: afundado no solo da Lua.

 

 

 

 

 

 

Fonte:www.afraudedoseculo.com.br/

 

 

Informações Adicionais

 

Por que não há poeira sobre os trens de pouso do módulo lunar?
É de se imaginar que os gases expelidos pelos foguetes do módulo lunar durante sua descida tivessem jogado para o alto uma grande quantidade de poeira. A ausência de pó sobre o trem de pouso seria a prova de que o módulo lunar foi cuidadosamente posicionado em sua locação.

Como se vê, há alguma poeira. Mas não tanta quanto gostariam os conspiracionistas.

Novamente os conspiracionistas parecem usar conhecimentos físicos adquiridos nos filmes de ficção científica. Pois pelo mesmo motivo que não há explosões ruidosas e esfumaçadas no espaço quando uma nave do Império atinge um caça Rebelde, no vácuo lunar não há como a poeira permanecer flutuando em suspensão até eventualmente se depositar sobre uma superfície; sem a resistência do ar toda a poeira que tivesse sido deslocada pelos foguetes cairia tão rapidamente quanto uma pedra. Ainda mais importante: como os foguetes do módulo lunar não produziam nenhum deslocamento de ar (pois não há ar) as únicas partículas de poeira que se moveram foram aquelas diretamente no caminho dos gases expelidos. A situação é completamente diferente de um helicóptero pousando em um deserto, com toda aquela turbulência criando redemoinhos de areia.

 

A idéia de uma descida espalhafatosa fez com que os conspiracionistas esperassem ver uma grande cratera sob os foguetes do módulo lunar. Bem, as fotos mostram marcas, mas elas não são tão fundas quanto os leigos gostariam. Para explicar a falta de marcas profundas é preciso lembrar que o módulo lunar possuía sensores na forma de cabos em 3 das 4 plataformas de pouso. Quando um destes cabos tocava o solo uma sinal era enviado à cabine de comando indicando ao piloto que era o momento de desligar os jatos. Como o módulo lunar atingia o solo com seus foguetes desligados, as marcas de aterrisagem e a poeira geradas foram muito menores do que a fantasia pressupõe.

Como o Módulo Lunar conseguiu decolar de volta?
No país em que todos são técnicos de futebol também há alguns cientistas espaciais. Alguns deles, como o autor do site www.afarsadoseculo.com.br, olham para o módulo lunar e audaciosamente escrevem: "Você crê que aí dentro há combustível suficiente para alimentar um propulsor?"

A gravidade na Lua, como você já foi ouviu falar é 6 vezes menor do que na Terra. Isto significa que a velocidade para que alguma coisa, qualquer coisa, escape da superfície da Lua é muito mais baixa do que na Terra; tão baixa na verdade que a Lua não consegue manter nem sequer umas poucas moléculas de gás para formar uma atmosfera; escapam todas para o espaço. Por isso não foi preciso muito combustível para impulsionar o módulo lunar; bastava um "empurrãozinho" para lançá-lo de volta à Terra. Além disso, como não há atmosfera na Lua também não há resistência do ar nem a necessidade de que o módulo lunar fosse aerodinâmico.

Fonte:http://www.projetoockham.org/historia_lua_4.html

 

Voltando à conspiração

 

O que realmente teria acontecido?

Se levarmos em consideração que teria sido tudo uma farsa, vamos imaginar como poderiam ter acontecido os fatos: Agentes do governo dos Estados Unidos poderiam ter levado os astronautas e alguns auxiliares a um treinamento secreto no Deserto de Nevada, Estados Unidos, que, em vários locais, tem uma enorme similaridade com a aparência das fotos que teriam sido tiradas na Lua. Assim, teriam montado todo o cenário, tirado as fotos e feito as filmagens do local. Ao final do treinamento, após os astronautas voltarem para a NASA pilotando um helicóptero, os auxiliares técnicos teriam guardado todos os equipamentos num caminhão baú para voltarem pra casa. Não seria difícil para uma pessoa com má intenção e que costuma andar armada dar sumiço nos auxiliares técnicos num lugar inóspito como o Deserto de Nevada. Caso isso acontecesse, tais corpos provavelmente nunca seriam encontrados. Após o serviço sujo, os próprios agentes teriam levado o caminhão com os equipamentos de volta à NASA. Todos os envolvidos teriam sido mortos sem que os astronautas soubessem. Todo o material teria sido levado a estúdios, onde teriam sido realizados efeitos especiais nos filmes e fotos. Fora os diretamente envolvidos, apenas mais uma pessoa estaria sabendo da trama, sendo este o principal mentor da falcatrua: o presidente Richard Nixon. Perceba que ele foi o único presidente dos Estados Unidos que vivenciou, em apenas três anos, todas as seis supostas viagens do homem à Lua, entre 1969 e 1972. Após a saída de Nixon do poder, nunca mais astronauta algum fora enviado à Lua.

 

 

A meu ver, fizeram uma lavagem cerebral nos astronautas antes e depois da viagem. Acredito que, nessa quarentena, agentes do governo dos Estados Unidos reforçaram a idéia sobre os benefícios que os astronautas teriam ocultando a verdade dos fatos e mantendo esta grande mentira em evidência por toda a vida; vida esta que poderia estar ameaçada no caso de contarem a verdadeira história a qualquer cidadão do nosso planeta.

Daí em diante, os três tiveram vidas de reis! Tudo era festa e alegria! E com muita bandeirinha estadunidense!

 

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Fim da história, cansativo não?

 

Agora vamos analisar

É até engraçado citar um acontecimento "segundo a conspiração" envolvendo tantas pessoas para criar uma conquista de ficção, que todos envolvidos foram mortos e astronautas passaram por lavagem cerebral, essa conspiração persiste há tempos, mas com recursos atuais podemos descrever todos acontecimentos de "fraudes". Ao meu ver, foi a teoria de conspiração mais detalhada e bem criada que existiu, para quem não tem conhecimento de física seria claro impossível contestar, a física é uma ciência nova com acesso ao público, claro que começou realmente com Galileu, provas e experimentos para ter um resultado verdadeiro, hoje todos tem acesso à física, tanto por internet ou escolas. E com esses conhecimentos, básicos que seja, poderá contestar, analisar e ter uma opinião própria, como o fato citado na conspiração da penumbra, particulas de atmosfera e etc. Agora analisando que essas informações são falsas, a clareza de acontecimentos sem explicações "na época" não signifca que a conquista seja uma farsa, embora particularmente, gostaria que outro país realizasse tal proeza, os Estados Unidos da America sempre teve rivais, e justamente em época da guerra fria tal proeza pertubaria seus inimigos. Comecei analisar e achei sites falando de pesquisadores russos, revendo o acontecimento e encontraram tais falhas,  União Soviética em tempos de guerra fria contestar a viagem, mera coincidência?

 

Deixo aqui uma parte do estudo, irei fazer a parte dois!

 

Bem vindos ao Conhecimentos Verdadeiros!

 

 

 

 

"Não acredite no que eu digo, pois é a minha experiência e não a sua. Experimente, indague e busque."
Osho Rajneesh

"Sempre que ensinares, ensina a duvidarem do que estiveres ensinando."
José Ortega y Gasset

"Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas pessoas por algum tempo;
mas não consegue enganar todas as pessoas o tempo todo."
Abraham Lincoln

 

 

 

 

 

Allan Barattieri